Home Data de criação : 07/09/02 Última atualização : 09/02/05 23:20 / 17 Artigos publicados
 

Adeus a um camarada  (textos jeferson barreto) escrito em quinta 05 fevereiro 2009 23:20

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Adeus a um camarada

 

“Os trabalhadores, o povo gaucho perde um de seus grandes lutadores
 sociais. O MST e a via campesina perdem um de seus líderes mais
 coerentes e dedicados. Todos nos perdemos.
 Mas fica seu exemplo.

 Que certamente o imortalizará. ”
João Pedro Stedile

Há dias em que vemos o horizonte mais distante, infelizmente hoje, quinta-feira dia 05 de fevereiro, com certeza é um destes dias. Por volta das 8hs da manhã, após ter sido submetido a uma cirurgia de retirada do pâncreas na última terça-feira (03). Faleceu o deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores, Adão Pretto, Ele estava internado no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Moinho dos Ventos, em Porto Alegre.

Camponês do município gaucho de Miraguai, ministro da eucaristia de sua comunidade nos anos 70, década que também ingressou na luta em defesa dos pequenos agricultores e agricultoras, de seu município, como presidente do sindicato dos trabalhadores rurais. Dedicado a lutar por preços e condições melhores para os pequenos agricultores e conhecendo a realidade da região ajudou a fundar o movimento dos trabalhadores e trabalhadoras rurais sem-terra no rio grande do sul.

 Tinha como principal bandeira política a reforma agrária e vida digna aos camponeses e camponesas que já tinham seu pedaço de terra. Sua dedicação pela causa que defendia o levou a ajudar também pastorais sociais e outros movimentos empenhados na luta contra a violência e descaso social com o campo como o Movimento de mulheres Camponesas (MMC), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e entre outros a Pastoral da juventude rural (PJR).

Com carinho e apoio dedicado a PJR desde 1985, Adão Pretto sempre acreditou e defendeu a bandeira de luta da juventude camponesa, participando sempre que sua vida política, como deputado estadual a partir de 1986, ou como deputado federal a partir de 1991 o deixava, assim como fazia com todos os movimento e pastorais do campo. Como deputado todos sabemos que não gostava de discursos, de tribuna e também não estava sempre na câmara, estava sempre presente nas lutas dos camponeses, nos conflitos, nas ocupações, nas vitórias e recuos dos movimentos sociais do campo, que tanto se empenhava em defender dentro da esfera política, defesa esta reconhecida por todos camaradas, companheiros aliados ou não.

Sabemos que a historia não é feita por um homem só, que é sim uma construção coletiva na luta de classes, mas há dias em que perder um homem que a mais de 30 anos dedica sua vida a lutar ao lado da classe camponesa deixa sim por um instante o horizonte mais distante, só por um breve momento por que ao lembrarmos não do Deputado, mas do militante Adão Pretto só aumenta a nossa responsabilidade e consciência que lutar é preciso, que o horizonte por mais distante que possa parecer nos chama a caminhada! A juventude camponesa perde um amigo querido, mas usando e acreditando nas palavras do João Pedro citada acima ganhamos um exemplo, não utópico ou perfeito, mas de um homem que fez uma consciência de classe permanecer guiando sua vida até os últimos dias. A este amigo dedicamos nossas homenagens, a sua família nossos pesares e aos movimentos sociais a certeza que estaremos juntos para continuarmos a luta.

“Juntos na vida, juntos no sofrimento, juntos na morte; por isso juntos na Ressurreição.”

Dom Oscar Romero

Bispo e Mártir

 

Texto: Jeferson Barreto, Pastoral da Juventude Rural

foto: Julio Cordeiro

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ELEITA A NOVA ARTICULADORA DAS PASTORAIS DA JUVENTUDE DO BRASIL  escrito em quinta 29 maio 2008 04:55

O cargo de secretário nacional da Pastoral da Juventude do Brasil (PJB) tem nome e ocupante novos. Segundo decisão da 15ª Assembléia da PJB, encerrada domingo, 25, em Samambaia, cidade satélite de Brasília (DF), a função agora passa a se chamar "articulação nacional" e será ocupada pela baiana Maria Aparecida de Jesus Silva, eleita neste domingo pelos participantes da assembléia. Ela substitui Silvano Silvero que foi secretário da Pastoral nos últimos três anos e meio.
"O trabalho em conjunto deve pautar os próximos anos com essa nova função que eu assumo a partir de hoje", disse a nova articuladora nacional da PJB. Cidinha, como é conhecida entre os jovens das Pastorais da Juventude (PJs), vai se transferir para Brasília e atuará na articulação da PJB junto com um jovem de cada pastoral específica e o assessor do Setor Juventude da CNBB, padre Gisley Gomes. A Pastoral da Juventude do Brasil (PJB) é composta pela Pastoral da Juventude (PJ), Pastoral do Meio Popular (PJMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR) e Pastoral da Juventude Estudantil (PJE).
Presidindo a celebração de encerramento da assembléia, o bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e responsável pelo Setor Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro, afirmou que a PJB tem muito trabalho pela frente e que "é preciso cuidado e atenção para conseguir se fazer presente junto à juventude, principalmente para com a juventude que se encontra fora da PJ e que não conhece os trabalhos da Igreja com os jovens". Ele pediu que os jovens engajados tenham amor à PJB. "Não precisamos esperar ser conhecidos, precisamos nos fazer conhecer", exortou.
Segundo dom Eduardo, a Pastoral da Juventude precisa ampliar sua área de atuação. "A PJB deveria se fazer presente nos grupos de crismas, capacitando catequistas para não deixar os jovens se dispersarem quando concluem o sacramento. Os jovens engajados devem provocar a vocação sacerdotal para que haja mais padres conhecedores da PJ", destacou o bispo. Ele chamou a atenção, também, para a necessidade de "estudar os documentos da Igreja que contemplam a juventude como sinal da unidade da Igreja com as pastorais da juventude".
Homenagem e despedida
Depois da missa, os jovens homenagearam o ex-secretário da PJB, Silvano Silvero. Um pequeno filme com fotos do homenageado foi mostrado num telão. Na fala emocionada da secretária nacional da PJ, Hildete Emanuele Nogueira, os jovens expressaram "os mais sinceros agradecimentos pela garra e coragem de Silvano".  "Silvano é um irmão e um filho que volta para o seio do pai", disse o secretário nacional da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), Givanildo Bonfim.

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OBJETIVOS DA PASTORAL DA JUVENTUDE RURAL  (principios orientativos) escrito em quarta 16 abril 2008 00:27

texto, retirado do livreto, principios orientativos da PJR

A PJR através de suas Assembléias (instância máxima que orienta a caminhada e define prioridades), já tem definido e sistematizado alguns objetivos que devem ser compreendidos como orientação geral, sendo que os demais, partindo das suas respectivas realidades concretas, haverão de adaptá-los às peculiaridades e necessidades específicas setoriais.

A nível de organização, a PJR se propõe a:

• Nuclear os jovens rurais no seu meio específico, isto é, comunidades e/ou categorias de trabalho, a fim de crescerem na comunhão e na participação de uma “sociedade justa e solidária”, mantendo-se firme na terra;

• Mobilizar os jovens rurais a partir das lutas concretas, bem como através de encontrões, caminhadas e demais formas de reivindicações;

• Articular-se com as pastorais afins e com os movimentos populares, através de ações organizadas e em conjunto;

• Clarear o papel e revitalizar a prática no sentido de caminhar para o fortalecimento de uma Igreja toda ela ministerial onde o leigo e o jovem exercitam o seu protagonismo;

• Avaliar as ações concretas e as formas de organização para acompanhar as mudanças da sociedade e tornar, pela organização, a ação mais eficaz.

Na perspectiva da formação, a PJR compreende que deve:

• Capacitar o jovem e a jovem rural, através de uma formação integrada e específica, que vá ao encontro de seus gritos e angústias para que cada vez mais, torne-se sujeito da caminhada da PJR, de outras pastorais e outras instâncias do movimento popular e da sociedade organizada;

• Construir a identidade do jovem rural como “ser jovem” situado numa classe social e numa cultura concretamente definida;

• Proporcionar ao jovem uma educação da fé no Deus histórico libertador, e oferecer princípios cristãos e de ordem científica no sentido de ajudar no processo de análise da situação em que vivem, para que seja conhecedor profundo da realidade, para que possa atuar com competência e de forma conseqüente, tendo em vista as grandes mudanças e a vivência da cidadania.

A  nível das ações a PJR define-se em:

• Estar presente onde o povo sofrido da roça está, lutando por políticas públicas voltadas para a família e a juventude da roça;

• Apoiar e participar das lutas populares em vista da sobrevivência, bem como da conquista e permanência na terra, de modo especial pela luta por uma verdadeira Reforma Agrária;

• Solidarizar-se com a luta dos trabalhadores das periferias e favelas das cidades, com as lutas de libertação dos povos latinos subjugados por mais de 500 anos de resistência e de luta pela Mãe Terra;

• Avaliar as atividades antes, durante e depois, tendo como princípio norteador de tal avaliação a consciência do papel de agentes sociais e eclesiais que somos;

• Celebrar a caminhada, as lutas, as conquistas, resgatando a dimensão mística presente no humano vivenciado por nós, criaturas do amor de Deus.

Assim podemos dizer que o objetivo central da PJR é:

            “Evangelizar os jovens e adolescentes empobrecidos da roça, despertando a consciência do ser pessoa, do ser cidadão e cidadã, da classe a que pertencemos, resgatando o sentido cristão de seus opções de vida e vivenciando, nas práticas cotidianas, os mandamentos de Jesus Cristo, Mestre e Irmão.”

 

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ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA PJR  (principios orientativos) escrito em quarta 16 abril 2008 00:22

texto, retirado do livreto, principios orientativos da PJR

Como todas as pastorais específicas da juventude, a PJR tem sua própria organização.

            Com a mesma ousadia que avançamos, constantemente avaliamos nossa estrutura organizativa. Acreditamos que a organização é necessária, porém, jamais ela deve ser um peso atrapalhando assim o objetivo principal e que é a razão primeira da existência da pastoral. Acreditamos ainda que a organização deve ser ágil no repasse de informações, tornando-se referência e respaldo para os jovens rurais.

            Toda experiência de trabalho com a juventude rural que se identifica com nossa metodologia e concepção, fazem parte de nosso universo de atuação. Assim a estrutura organizativa toma como princípio o trabalho e a ação com os jovens da roça fazendo deles e com eles a grande base de estruturação.

            Tendo sempre a perspectiva da organização a partir dos interesses objetivos e subjetivos dos jovens e das categorias de trabalhadores e trabalhadoras rurais, a PJR entende que a organização deve estar permeada pela motivação dos jovens rurais, bem como pelo seu desejo de tornarem-se participantes ativos desde suas próprias comunidades rurais, associações de pequenos agricultores, sindicatos de trabalhadores rurais, cooperativas, associações de classe e de luta e partidos políticos comprometidos com as causas populares.

            A PJR a nível nacional se organiza de forma representativa por Estados onde se encontra articulada, procurando assim uma organização representativa. É importante considerar que nesta representatividade regional há espaço para todas as formas acima elencadas de presença. Garante-se assim uma participação ampla a partir da adesão à proposta de trabalho e de metodologia.

            Mesmo sendo uma pastoral da Igreja Católica, a PJR quer sempre estar aberta, na sua estrutura, tornado-se assim espaço de atuação e de solidariedade com as lutas e trabalhos que todas as Igrejas desenvolvem com a Juventude Rural.

                  É nova mas merece ser considerada a tentativa de uma estruturação, enquanto Pastoral, a nível de América Latina. Através do apoio de pessoas e lideranças ligadas às atividades desenvolvidas pelo CELAM, a PJR faz parte do grupo de países que participam do Encontro Latino Americano de Jovens Rurais.

 

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funcionamento da Pastoral da Juventude Rural  (principios orientativos) escrito em quarta 16 abril 2008 00:15

texto, retirado do livreto, principios orientativos da PJR

Grupo de Jovens ou Experiências Específicas

            O agrupamento de jovens rurais e seu engajamento nas comunidades é uma razão da existência da PJR no Brasil. Outra, que se junta a esta, é a articulação a partir de experiências concretas que reúnem jovens para, quer seja a produção e a comercialização de seus produtos agrícolas, quer seja para lutas agrárias comuns (exemplo: contra barragens, reforma agrária, assentamentos, cooperativas, etc.).

            A partir de seu engajamento em várias esferas da comunidade e em organizações não governamentais, o jovem rural se encontra em grupos específicos para refletir a sua ação, bem como as suas questões fundamentais. E o faz de uma forma avaliativa-celebrativa, renovando esperanças, vencendo angústias, marcando seu tempo e sua luta.

            A Equipe de Coordenação Micro Regional, quer sejam grupos ou experiências, tem papel fundamental na missão de apresentar a PJR como espaço próprio e específico para a Juventude Rural. Esta Equipe deve ser força representativa de todas as realidades rurais envolvidas na micro região em que se situa. Um destaque que aqui se pode fazer é quanto à participação na estrutura pastoral da Igreja Local (Paróquia e/ou Comunidades), o Jovem Rural deve estar aí com sua visão de mundo e sua mística própria da terra, contribuindo conjuntamente para o crescimento do Reino de Deus.

            É na Micro Região onde todo o processo representativo inicia. Portanto, a PJR, busca formar Equipes de Coordenações por Micro Região onde a representatividade das experiências, das lutas e dos grupos se juntam para a formação, a conscientização, o repasse de informações e a solidariedade das ações. Estas Equipes Micro Regionais devem por sua vez manter contato direto com a Secretaria Nacional e /ou representantes para articularem-se com todo o processo de caminhada da PJR.

            A nível estadual também busca-se formar uma coordenação de articulação e de representação. Esta Coordenação discute as linhas gerais, garante a aplicação dos Princípios Orientativos e se torna ligação entre os Jovens da Roça e a Coordenação Nacional. Portanto, é nesta Coordenação onde os gritos e as necessidades dos Jovens Rurais tomam corpo e são levados à instância nacional. Aqui também é espaço de formação e de celebração.

            A PJR se articula também, a nível regional e nacional, igualmente de forma representativa, na estrutura da Pastoral da Juventude do Brasil. Trazendo à esta estrutura organizativa suas lutas específicas e contribuindo com o processo de atuação junto a juventude brasileira.

            Outra forma organizativa, também de forma representativa, como entidade da roça, a PJR participa de atividades conjuntas com os movimentos mais autênticos de luta do campo. Exemplo dessa articulação e participação é o Congresso da Juventude Rural e, juntamente com outras entidades, na Via Campesina.

            Toda esta estrutura visa tornar a ação mais ágil e a partir das reais necessidades da Juventude Rural. Portanto, toda esta estrutura está em constante avaliação e assim garante-se a perspectiva e a liberdade do surgimento de outras formas organizativas desde que articuladas com estes Princípios Orientativos.

            A nível Nacional a PJR tem uma Coordenação que é formada por representantes escolhidos pelas Coordenações de cada Estado e cabe a esta Coordenação Nacional sistematizar a caminhada, qualificando o processo a partir dos grandes desafios atuais para a Juventude Rural. É tarefa da Coordenação Nacional definir as bandeiras de luta e encaminhar as deliberações da Assembléia Nacional, portanto, as grandes movimentações da caminhada são planejadas nesta instância considerando as linhas gerais da Pastoral da Juventude do Brasil e a metodologia própria da Juventude Rural. O avanço orgânico da caminhada e da atuação, bem como a sistematização deste processo, também são pontos de reflexão da Coordenação Nacional. Acrescenta-se ainda, a esta Coordenação, a responsabilidade de acompanhamento às Escolas Permanentes de Formação.

            Da Coordenação Nacional são escolhidos os membros para representarem a PJR na Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude do Brasil.

            Merece destaque ainda dentro do funcionamento da PJR:

            COMISSÃO NACIONAL DE ASSESSORES

            O serviço de assessoria tem sido uma das prioridades que a PJR tem em seu trabalho. E o faz por compreender a importância deste acompanhamento junto a Juventude Rural. O papel da assessoria não é definir a caminhada, mas ser parceria no processo de organização e atuação, colocando-se ao lado dos anseios mais legítimos dos jovens para ajudar na reflexão e nas possibilidades de encaminhamentos. Neste sentido, procura-se dar atenção aos agentes que têm disposição para este serviço envolvendo-os progressivamente em todo o processo. Hoje a PJR já começa a colher frutos de assessorias a partir do processo interno de formação e militância.

            No nível Nacional os assessores se reúnem e formam a Equipe Nacional de Assessores, sendo que, três deles, de forma colegiada, acompanham a Coordenação Nacional da PJR e, um destes, representa a Equipe Nacional de Assessores da PJR junto a Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude do Brasil.

            SECRETARIA NACIONAL

            A Secretaria Nacional funciona na perspectiva de cuidar da documentação e do registro da caminhada da PJR. Além de fazer os encaminhamentos previstos pela Coordenação Nacional. A PJR tem claro que a Secretaria Nacional deve ser espaço de referência e respaldo para a Juventude Rural, para isso, avalia constantemente os direcionamentos e os trabalhos realizados nesta instância.

            Também é tarefa da Secretaria Nacional promover a articulação da PJR com as demais pastorais, movimentos e serviços eclesiais, bem como os ligados ao movimento social.

            A Secretaria acompanha as atividades da Coordenação Nacional e está ao par de toda a caminhada, uma vez que ela é parte integrante desta Coordenação.

            A Secretaria cuidará também de manter disponível material de apoio e de formação para atender a pedidos e demandas.

            ASSEMBLÉIA NACIONAL

            A Assembléia Nacional acontece de três em três anos e é a instância máxima de reflexão e decisão da caminhada. É na Assembléia onde se define as linhas gerais de ação e onde se delibera sobre questões que incidam na caminhada da PJR. A Assembléia é também um espaço de formação e troca de experiências do processo e do projeto desenvolvido.

            SEMINÁRIO NACIONAL

            Este é um dos espaços mais privilegiados de formação dos militantes e assessores. O tema de estudo é definido pela Coordenação Nacional, a partir da caminhada, das necessidades de estudo e da análise da Equipe de Assessores.

 

            ESCOLAS PERMANENTES

            Surgidas como resposta à necessidade de formação sistemática, as Escolas Permanentes são coordenadas por uma Equipe escolhida pela Coordenação Nacional e formada por militantes e assessores. Sendo porém que a abertura de novas turmas e/ou Escolas são decididas na Coordenação Nacional. A grade curricular e a metodologia de trabalho e de estudo seguem uma programação comum adaptada porém à realidade de cada Região.

           

Esta estrutura quer ser resposta às intenções do conjunto da PJR a fim de que se proporcione um serviço maior e melhor à juventude Rural do Brasil. Neste sentido, é sempre necessário avaliação constante da caminhada e da própria forma como as instâncias internas encaminham e executam as atividades.

 

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